Participação Gratuita A presente proposta tem como objetivo estruturar e implementar uma agenda permanente de feiras voltadas à agricultura familiar, à produção artesanal, à economia solidária e à valorização dos...
FLORESTIN é um projeto múltiplo e inclusivo que integra Agroecologia, Artes, Gastronomia e Turismo em espaços de convivência, formação, produção e transformação social.
Implantado inicialmente no Sítio Solar Paraíso (Florestin Paraíso), nossa proposta é ampliá-lo para os espaços anteriormente ocupado pelo Instituto Kairós, em parceria com a Prefeitura de Nova Lima, por meio das Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Economico e da Secretaria de Educação (Florestin Macacos) e com a Vale a partir do comodato da área às margens da represa Capão da Serra, na Estrada Campo do Costa – Florestin Tamanduá, o projeto inspira-se nos princípios da Agricultura Sintrópica, de Ernst Götsch, da Antroposofia, de Rudolf Steiner, e do Movimento Antropofágico Brasileiro, de Oswald de Andrade.
Florestin é; Harmonizar Pessoas, Territórios, Cultura e Natureza. Promover um modelo de desenvolvimento que fortaleça a identidade local, a economia criativa, a cadeia produtiva do turismo e a regeneração sócio-ambiental.
Uma proposta estruturante que pretende conectar iniciativas, pessoas, instituições e diferentes áreas de atuação para criar uma nova estrutura de atendimento ao cidadão e ao visitante, tendo o Place Branding de Macacos – São Sebastião das Águas Claras, Nova Lima, MG – como uma de suas bases.
A ideia é preparar o Arraial para uma transformação profunda, não pela realização de uma única obra ou equipamento, mas pela criação de condições para que diferentes projetos possam se complementar, gerar oportunidades e produzir resultados duradouros para o território.
O Orçamento Participativo pode ser, nesse sentido, mais do que uma oportunidade para solucionar demandas pontuais. Pode ser o ponto de partida para construir uma estrutura capaz de qualificar pessoas, fortalecer o trabalho local, melhorar a convivência, ampliar o bem-estar e criar novas oportunidades de desenvolvimento.
Propomos integrar educação, formação profissional, sustentabilidade, cultura, bem-estar, assistência social, segurança, mobilidade e turismo, criando um ambiente mais preparado para que moradores possam viver, trabalhar, empreender e desenvolver seus projetos de vida.
Os acontecimentos de 2019 deixaram marcas profundas em Macacos. Transformar essa experiência em um novo ponto de partida significa também criar espaço para o diálogo, reconstruir relações e encontrar objetivos capazes de nos aproximar.
Em vez de disputar soluções isoladas, podemos construir soluções complementares. Em vez de projetos que competem entre si, uma rede na qual diferentes sonhos possam se fortalecer mutuamente.
É dessa cooperação que pode nascer um novo ciclo para Macacos: um destino mais hospitaleiro, acolhedor, sustentável e inclusivo, capaz de receber bem quem chega sem deixar de cuidar de quem vive aqui.
Porque o objetivo final é simples, e justamente por isso, poderoso:
Criar condições para que as pessoas possam viver melhor, trabalhar, criar suas famílias, desenvolver seus sonhos e serem felizes em Macacos.
Áreas Temáticas
Grupo responsável pela proposta
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Metamorfose, ciclos.
Macacos, o Arraial dos Sonhos não é um projeto isolado. É uma rede de projetos.
O propósito é criar uma estrutura de atendimento ao cidadão de Macacos e ao turista a partir do Place Branding de Macacos, preparando o arraial para uma profunda metamorfose a partir da união de diversos rumo a um objetivo comum!
Qual o problema existente no território que a proposta pretende enfrentar?
MACACOS, UM PROJETO DE DESENVOLVIMENTO A PARTIR DO TERRITÓRIO.
Macacos reúne características que podem fazer do turismo um importante vetor de desenvolvimento local. Sua paisagem, sua cultura, sua gastronomia, sua produção criativa e a identidade de seu território oferecem oportunidades para fortalecer a economia local, gerar trabalho e renda e ampliar os benefícios do turismo para quem vive no Arraial.
Para isso, é necessário ir além da atração de visitantes. É preciso qualificar a mão de obra local, fortalecer os pequenos negócios, estimular novos empreendimentos, melhorar a experiência de quem visita e, principalmente, fazer com que uma parcela maior dos recursos movimentados pelo turismo permaneça no próprio território.
Esse desenvolvimento depende também de condições básicas: mobilidade, estacionamento, saneamento, infraestrutura, energia, segurança, organização do espaço público e preservação da qualidade de vida dos moradores. São investimentos que beneficiam simultaneamente a população, o comércio, os trabalhadores e os visitantes.
Macacos, entretanto, enfrenta há décadas dificuldades para transformar suas potencialidades em um projeto integrado de desenvolvimento. Questões estruturais permanecem sem solução e muitas iniciativas acabam acontecendo de forma isolada, sem a articulação necessária para produzir resultados de longo prazo.
Os acontecimentos de 2019 e, posteriormente, os impactos da pandemia de COVID-19 aprofundaram desafios e transformações no território. Esse período também pode ser compreendido como uma oportunidade para repensar caminhos, estabelecer novas formas de diálogo e construir objetivos comuns.
É nesse contexto que propomos um projeto em REDE: uma articulação entre moradores, empreendedores, trabalhadores, produtores, instituições e poder público, capaz de unir ideias e ideais em torno de objetivos concretos para o desenvolvimento de Macacos.
Um projeto que coloque no centro o turismo responsável, a qualificação profissional, a geração de trabalho e renda, o fortalecimento do comércio local, a melhoria da infraestrutura e a qualidade de vida da população.
Um projeto construído a partir do território, valorizando suas potencialidades e criando condições para que Macacos avance de forma integrada rumo ao Arraial dos Sonhos.
Porque a proposta contribui para a reparação do território?
UM NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO
A partir de um projeto consistente de inclusão, sustentabilidade socioambiental e qualificação de pessoas e empresas, pretendemos conectar a rica diversidade de Macacos e transformar essa diversidade em força para o desenvolvimento do território.
Muitos dos desafios que enfrentamos podem ser solucionados de maneira mais simples quando deixamos de agir isoladamente e passamos a compartilhar conhecimentos, recursos, responsabilidades e soluções.
A aproximação entre diferentes — moradores, empreendedores, trabalhadores, produtores, instituições e poder público — amplia o diálogo e cria condições para construir respostas mais rápidas, práticas e adequadas à realidade de Macacos.
As propostas aqui apresentadas não pretendem solucionar, de uma só vez, todos os problemas da comunidade. Pretendem criar uma estrutura e um método para enfrentá-los melhor, hoje e no futuro, por meio da cooperação e do diálogo permanente.
Essa rede deve envolver não apenas os diferentes atores da comunidade, mas também instituições e parceiros fundamentais para o desenvolvimento do território, como a Prefeitura, a Vale e outras organizações que fazem parte da dinâmica econômica, social e ambiental de Macacos.
Nesse sentido, o RESET, conceito presente no Place Branding de Macacos e proposto com recursos do TAC Macacos, representa mais do que uma mudança de identidade: é uma oportunidade de inaugurar uma nova forma de pensar e construir o desenvolvimento do Arraial.
Um processo contínuo, capaz de transformar diversidade em cooperação, cooperação em projetos e projetos em resultados concretos para as pessoas, os negócios e o território.
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Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor!
Place Branding
Implantação do Place Branding de Macacos em sintonia com as entidades:
Coworking
Coworking para o terceiro setor de Macacos sediando:
Agroecologia
DIFUSÃO e ENSINO da Comida de Verdade
Artes
Fruição artística contemporânea, difusão e ensino:
Gastronomia
Difusão e ensino da Gastronomia de Verdade
Inclusão
Difusão e apoio na qualificação
Turismo
Difusão, Ensino e Apoio na Qualificação e Mercado
Feiras Criativas
Realização de Feiras Criativas unindo:
Sustentabilidade
Difusão e apoio na qualificação
Mais do que um espaço físico, o FLORESTIN propõe um ecossistema de inovação social, cultural e ambiental, onde a regeneração da natureza acontece simultaneamente ao fortalecimento das relações humanas, da economia local e da produção de conhecimento.
Acompanhe mais de perto,
vem com a gente : )
FLORESTIN abrigará experimentações agroecológicas, artísticas, turísticas e gastronômicas buscando a saúde integral humana, harmonizando corpo e mente num processo dinâmico, cooperativo e inclusivo!
O foco é o todo dentro de um círculo de harmonia, onde os ciclos de uma floresta natural alimentam o corpo, a arte e a cultura; quando alimentam a alma, se entrelaçam num ciclo virtuoso!!! As necessidades das comunidades locais devem ser harmonizadas com o fortalecimento da cadeia produtiva do Turismo, Gastronomia e Artes, gerando trabalho, renda e bem-estar.
O bem-estar da comunidade deve ser anterior ao bem-estar do turista, em harmonia e complementariedade.
FLORESTIN, um novo modelo de convivência no qual sustentabilidade ambiental, inclusão social, cultura e desenvolvimento econômico caminham de forma integrada, regenerando pessoas, comunidades e paisagens.
Florestin Macacos (antigo Kairós)
Florestin Macacos
Em parceria com a Prefeitura de Nova Lima através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e da Secretaria Municipal de Educação, o Florestin Macacos será implantado num espaço de cerca de 50 mil m2, no Jardim Amanda, que será limpo e recuperado se tornando o principal equipamento turístico de Macacos.
Alinhado com o Place Branding, abrigará:
Poliesportivo e anexos onde serão realizadas atividades para a comunidade de Macacos
Escultura colmeia melipônica, de Igor Reis
Florestin Macacos
Necessidades construtivas e equipamentos
Projeto Vidas
Quando Davi tinha seis meses, já demonstrava sinais de atraso motor: dificuldade para firmar o pescoço, pouca interação visual e social. Aos oito meses, veio o diagnóstico de hipotonia muscular. Com um ano, foi diagnosticado com autismo por um neurologista de Uberlândia. Davi é hoje não verbal, tem bastante dificuldade motora e vive, diariamente, os desafios de um desenvolvimento que exige acompanhamento terapêutico intensivo e contínuo.
Sua mãe, Camila Lopes Soares dos Santos, administradora de empresas, transformou os últimos sete anos em uma busca incansável por terapias que devolvessem a Davi qualidade de vida e autonomia: fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, equoterapia, hidroterapia, psicologia, terapia ABA, musicoterapia, nutrição integrativa e diversas terapias complementares. Nesse percurso, acumulou conhecimento técnico na teoria e na prática.
Morando em Macacos, distrito de Nova Lima, Camila esbarra todos os dias em uma barreira que não é só sua: a escassez de vagas no SUS, a distância dos centros especializados e a dificuldade de conciliar trabalho, cuidado e deslocamento. Ao conversar com outras mães da região, percebeu que a demanda por um serviço territorial, humanizado e completo era grande — e não atendida.
Assim nasceu o Projeto VIDA: da dor de uma mãe transformada em um projeto de cuidado coletivo.
Projeto Vidas
Área estimada: 400 a 600 m²
Projeto Vidas
Em 2025, o IBGE divulgou pela primeira vez dados oficiais sobre autismo no país, obtidos pelo Censo Demográfico 2022: 2,4 milhões de brasileiros — 1,2% da população — declaram diagnóstico médico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo 1,4 milhão de homens e 1,0 milhão de mulheres. A prevalência é de 1,5% entre homens e 0,9% entre mulheres, e o grupo mais afetado é o de meninos de 5 a 9 anos, no qual a taxa chega a 3,8%.
Além do TEA, o Censo revela que 71,7% das pessoas autistas apresentam ao menos outra deficiência associada, o que reforça a necessidade de modelos de cuidado multidisciplinares e integrados — e não de terapias isoladas e fragmentadas, como ainda predomina no país.
O crescimento no número de diagnósticos não veio acompanhado de oferta equivalente de terapia. Levantamento do Mapa Autismo Brasil (2026), com o Instituto Autismos, mostra que 56,5% das pessoas autistas — somando rede pública e privada — recebem, no máximo, duas horas semanais de terapia: 25,9% fazem apenas uma hora, 12,4% duas horas e 18,1% não realizam nenhuma terapia. Esse patamar está muito abaixo do que a literatura internacional recomenda para intervenções multidisciplinares intensivas.
No SUS, a demanda cresce mais rápido que a capacidade de atendimento: os atendimentos a pessoas com TEA saltaram de 12 milhões em 2022 para mais de 22 milhões em 2025 — alta de 84% em três anos —, e o investimento federal em consultas, exames e internações praticamente dobrou, de R$ 119,3 milhões para R$ 221,8 milhões no período. Mesmo assim, famílias relatam filas de espera superiores a dois anos para retorno especializado com neuropediatra, como no caso amplamente documentado de uma mãe em Recife cujo filho aguarda atendimento desde os dois anos de idade.
Paralelamente ao uso irracional dos recursos naturais, estamos nos afundando na individualização do ser humano, a tal ponto que vivemos sós em meio à superpopulação, desinformados em meio à hiperinfomação e insociáveis em meio às redes sociais, em um verdadeiro “cada um por si”.
O que propomos não é um “salve-se quem puder”, mas um “cooperando, mudaremos o rumo dessa prosa!”
Florestin Macacos
Conceito
FLORESTIN é um ecossistema de desenvolvimento territorial que integra Agroecologia, Arte, Gastronomia e Turismo, inspirado na inteligência dos ciclos naturais das florestas e fundamentado nos princípios da Sintropia, da Antroposofia e do Movimento Antropofágico Brasileiro.
Mais do que um espaço, o FLORESTIN constitui uma rede de ambientes de aprendizagem, produção, experimentação e convivência, onde natureza, cultura, educação e economia se fortalecem mutuamente. Seu propósito é demonstrar que desenvolvimento econômico, regeneração ambiental e inclusão social podem caminhar juntos.
O projeto estrutura-se como uma escola viva, inclusiva e permanente, promovendo a formação em Agroecologia, Gastronomia de Verdade, Artes e Turismo de Experiência, Pedagógico e de Aventura. Ao mesmo tempo, fortalece a agricultura familiar e os pequenos produtores rurais e urbanos, incentivando uma produção agroecológica diversificada, de alta qualidade, conectada a canais de comercialização como feiras, mercados locais e plataformas digitais.
O FLORESTIN também atua na difusão da produção agroecológica, na promoção da segurança alimentar e da saúde integral, oferecendo espaços destinados ao convívio comunitário e cooperativo, à fruição artística, ao turismo cultural, de experiência, pedagógico e de aventura e à valorização da identidade dos territórios onde está inserido.
Inspirado na Agricultura Sintrópica de Ernst Götsch, na Antroposofia de Rudolf Steiner e no Movimento Antropofágico de Oswald de Andrade, o projeto busca criar um ambiente permanente de apoio, inovação e fomento aos pequenos produtores, aos empreendedores da economia criativa, à gastronomia autoral, às manifestações artísticas e ao associativismo e cooperativismo, consolidando um modelo econômico regenerativo capaz de gerar prosperidade, fortalecer as comunidades locais e recuperar o meio ambiente.
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Fortalecimento e conexão
Mais do que ampliar a produção, FLORESTIN pretende gerar valor, fortalecer identidades, conectar pessoas e inspirar novos modelos de desenvolvimento, transformando conhecimento em oportunidades, ideias em legado.
Florestin Tamanduá
Abrigado na Estrada Campo do Costa, em parceria com a Vale (comodato de 30 anos), margeando a represa Capão da Serra, Florestin Tamanduá é uma escola produtiva da agricultura familiar de Macacos, a partir da COOPAAS, onde serão produzidos hortifrutigranjeiros, porcos e compostagem, dentre outros.
Florestin Tamanduá possui um espaço para aulas teóricas, vários SAF (Sistemas Agroflorestais), oficinas da Escola Livre ONKOTÔ, uma estrutura para treinamento de escalada, rapel, arvorismo e outras técnicas, um espaço para encontros e eventos, o protótipo da Casa do Mel de baixo custo, um estacionamento e uma das unidades do sistema de mobilidade urbana Macacos Tuk-tuks, os Mico Móveis.
Casa do Mel
O protótipo da Casa do Mel, será desenvolvida pela equipe do Núcleo de Bioarquitetura da COOPAAS, em estrutura metálica e placas ecológicas de pasta de dentes, de baixo custo instalada, para ser replicada e facilitar o registro e legalização das produções apícolas e melipônicas em Nova Lima.
Mico Móvel - Tuk-tuks
O Macacos Mico Móvel será um sistema de mobilidade urbana simples, acessível e de baixo impacto, concebido para melhorar a mobilidade em Macacos, especialmente nos feriados e finais de semana, períodos em que o fluxo de veículos no Arraial aumenta de forma expressiva.
A proposta é que o acesso de veículos particulares ao núcleo do Arraial seja restrito a veículos credenciados, como os de moradores e de hóspedes de estabelecimentos de hospedagem e imóveis destinados a Airbnb.
Os demais veículos deverão ser direcionados para estacionamentos localizados nas principais entradas de Macacos: MG-160, Estrada Nova Lima–Macacos, Estrada do Pasárgada e Estrada Campo do Costa.
Em vez de promover grandes intervenções urbanísticas, como duplicação de vias, criação de estacionamentos no núcleo urbano e ampliação de calçadas — medidas que poderiam melhorar a circulação, mas também descaracterizar principalmente o centro histórico e turístico de Macacos —, a proposta é restringir a circulação de veículos particulares no Arraial e substituí-los por simpáticos Tuk-Tuks elétricos, devidamente caracterizados e conduzidos por guias qualificados, integrados a um sistema de transporte por aplicativo.
Após passar por um dos quatro portais instalados nas entradas de Macacos, o visitante poderá estacionar seu veículo em um dos estacionamentos periféricos e seguir até seu destino utilizando os Tuk-Tuks elétricos, ou Mico-Tuks. O sistema contará com tarifas diárias e com a possibilidade de contratação de passeios turísticos guiados.
Está prevista a implantação de 60 Tuk-Tuks para passageiros, com capacidade para até quatro pessoas cada, e 10 Tuk-Tuks de carga, destinados a pequenas entregas e serviços de apoio ao comércio local.
Durante os finais de semana e feriados, o sistema poderá operar com tarifas diferenciadas. Durante os demais dias da semana, os veículos também circularão pelo Arraial, com tarifa subsidiada de R$ 2,00, contribuindo para melhorar a mobilidade cotidiana da comunidade.
Além de retirar parte significativa dos automóveis das ruas, reduzir congestionamentos e contribuir para a diminuição da poluição sonora, o sistema poderá constituir uma importante fonte de trabalho e geração de renda, beneficiando diretamente cerca de 70 famílias de Macacos.
A caracterização dos Tuk-Tuks e dos próprios condutores acrescentará ao sistema uma dimensão lúdica, turística e cultural, transformando o deslocamento pelo Arraial em parte da experiência de quem visita Macacos.
O Macacos Mico Móvel propõe, assim, uma solução de mobilidade que busca conciliar qualidade de vida dos moradores, preservação das características urbanas e paisagísticas do Arraial, atividade turística, geração de trabalho e renda e sustentabilidade ambiental.
Necessidades construtivas e equipamentos
Área estimada: 2000 a 5000 m²
Núcleos Arraial dos Sonhos
Além do suporte à implantação do projeto “Macacos, o Arraial dos Sonhos”, os núcleos terão capacidade para qualificar até 150 profissionais por ano, preparando pessoas para atuar nas diferentes frentes de desenvolvimento propostas pelo projeto.
A qualificação profissional estará diretamente conectada às demandas reais do território, abrangendo áreas como turismo, hospitalidade, gastronomia, cultura, eventos, serviços, manutenção, produção, comércio e outras atividades relacionadas à dinâmica econômica de Macacos.
A proposta é formar e conectar profissionais às oportunidades existentes no próprio território, ampliando a empregabilidade, fortalecendo os pequenos negócios e estimulando a circulação da renda local. Dessa forma, o conhecimento, o trabalho e os recursos gerados permanecem cada vez mais dentro da própria comunidade, contribuindo para uma economia circular, sustentável e integrada ao desenvolvimento de Macacos.
Núcleos
Impacto positivo
Pela sua natureza territorial e integrada, Macacos, o Arraial dos Sonhos beneficia toda a comunidade de São Sebastião das Águas Claras (Macacos), alcançando moradores, empreendedores, trabalhadores, prestadores de serviços e também os milhares de visitantes que circulam pelo arraial ao longo do ano.
Seu impacto atravessa todas as faixas etárias — da primeira infância à terceira idade — por meio de ações de qualificação profissional, cultura, turismo, gastronomia, mobilidade, economia criativa e valorização do território.
O projeto prevê a criação de mais de 100 empregos diretos e fortalece as cadeias produtivas do Turismo e da Gastronomia, gerando oportunidades para o comércio local, meios de hospedagem, restaurantes, artesãos, produtores rurais, guias e diversos prestadores de serviços. Trata-se de um modelo de desenvolvimento capaz de ampliar renda, estimular o empreendedorismo e consolidar uma economia local mais resiliente e sustentável.
Em essência, é um projeto de benefício coletivo: quando o território se qualifica, toda a comunidade ganha. Moradores vivem melhor, empresas prosperam, visitantes encontram uma experiência mais rica e Macacos fortalece sua identidade como um destino de natureza, cultura e bem viver.
Alcance
Estimativa do número de famílias e pessoas beneficiadas
O projeto possui abrangência territorial e contempla a totalidade do distrito de São Sebastião das Águas Claras – Macacos, beneficiando diretamente seus moradores e, indiretamente, visitantes, empreendedores e trabalhadores que movimentam a economia local.
Estima-se que o projeto beneficie cerca de 3.000 moradores, distribuídos em aproximadamente 1.000 famílias, abrangendo integralmente o distrito de São Sebastião das Águas Claras – Macacos. O alcance é universal, contemplando crianças, jovens, adultos e idosos por meio de ações de qualificação profissional, turismo, gastronomia, cultura, mobilidade e fortalecimento da economia local.
Além dos beneficiários diretos, o projeto impactará milhares de visitantes anuais, ampliando oportunidades de renda para empreendedores, comerciantes e prestadores de serviços do território.
População
residente
3.000
pessoas
Famílias
domicílios
1.000
aproximado
Empregos
diretos
100
postos
Observação técnica: o Censo 2022 divulga dados oficiais por setores censitários e distritos; para Macacos, a população residente é amplamente referenciada em torno de 3 mil habitantes, utilizada em estudos territoriais e no planejamento municipal.
Benefícios coletivos esperados
O projeto Macacos, o Arraial dos Sonhos propõe uma transformação estrutural do território por meio da integração entre mobilidade, cultura, turismo, gastronomia, agricultura regenerativa, inclusão social e qualificação profissional. Seus resultados esperados ultrapassam a implantação de equipamentos e se traduzem em ganhos permanentes para a qualidade de vida, a economia local e a sustentabilidade do distrito.
Impactos esperados para a comunidade
Resultado coletivo
Mais do que um conjunto de ações, Macacos, o Arraial dos Sonhos estabelece um modelo de desenvolvimento territorial em que prosperidade econômica, preservação ambiental, inclusão social e valorização cultural caminham juntas, gerando benefícios permanentes para aproximadamente 3.000 moradores, cerca de 1.000 famílias e toda a rede de empreendedores, trabalhadores e visitantes que fazem de Macacos um dos principais destinos de natureza e cultura de Minas Gerais.
Localização
A implantação do Macacos, o Arraial dos Sonhos concentra-se prioritariamente na requalificação de áreas públicas e institucionais hoje subutilizadas, promovendo a recuperação de espaços estratégicos para uso coletivo e reduzindo a necessidade de novas ocupações territoriais.
As áreas pleiteadas compreendem dois núcleos principais, ambos anteriormente ocupados pelo Instituto Kairós e atualmente em estado de abandono:
Complementando essa estrutura, o projeto prevê a implantação de três estacionamentos periféricos, estrategicamente posicionados nos principais acessos ao distrito, com o objetivo de reduzir o fluxo de veículos no núcleo histórico e fortalecer um modelo de mobilidade sustentável:
Essa configuração cria uma rede integrada de mobilidade e acesso, permitindo que visitantes estacionem nas entradas do arraial e realizem seus deslocamentos internos por meio do Mico Móvel — sistema de tuktuks elétricos concebido para conectar estacionamentos, atrativos turísticos, equipamentos culturais, áreas de hospedagem e o centro histórico.
Além de reduzir significativamente a circulação de automóveis nas ruas estreitas de Macacos, o Mico Móvel oferece uma alternativa de transporte de baixo impacto ambiental, acessível e inclusiva, gerando emprego e renda para operadores locais e proporcionando uma experiência de visita mais confortável, segura e sustentável para moradores e turistas.
Informações complementares
O Macacos, o Arraial dos Sonhos foi concebido como um projeto territorial integrado, com implantação preferencial de todos os seus núcleos e sistemas. Entretanto, sua estrutura modular permite uma execução em fases, preservando a lógica de funcionamento e possibilitando adequação às oportunidades de financiamento e à disponibilidade orçamentária.
Cenários de implantação
Implantação
Integral
Macacos, o Arraial dos Sonhos - implantação de todos os núcleos, equipamentos e sistemas previstos
Completo
Implantação
parcial 1
Florestin Macacos + Florestin Tamanduá + Sistema de Mobilidade Mico Móvel
Prioridade
Implantação
parcial 2
Florestin Macacos + Sistema de Mobilidade Mico Móvel
Estruturante
Implantação
parcial 3
Parte do Florestin Macacos + Sistema de Mobilidade Mico Móvel
Inicial
Estratégia de viabilidade
A implantação faseada garante que cada etapa seja plenamente operacional e gere benefícios imediatos à comunidade, permitindo a expansão progressiva do projeto sem perder sua identidade. Dessa forma, diferentes fontes de investimento — públicas, privadas ou mistas — podem viabilizar módulos complementares até a consolidação integral do Macacos, o Arraial dos Sonhos.
NÃO QUEREMOS APENAS TRANSFORMAR MACACOS.
QUEREMOS CRIAR AS CONDIÇÕES PARA QUE MACACOS SE TRANSFORME A PARTIR DE QUEM VIVE AQUI.
Porque um território só se torna um lugar de sonhos quando seus sonhos também pertencem às pessoas que nele vivem.
Um novo ciclo
Macacos, o Arraial dos Sonhos nasce de uma ideia simples: um território se transforma quando as pessoas que vivem nele têm condições de participar, criar, trabalhar, empreender e sonhar com o próprio futuro.
Não propomos apenas novos equipamentos, cursos, eventos ou serviços. Propomos construir uma rede capaz de fazer tudo isso acontecer de forma integrada, conectando pessoas, conhecimento, cultura, natureza, trabalho, turismo e economia.
Uma rede que transforme a diversidade de Macacos em cooperação.
Que transforme conhecimento em oportunidades.
Que transforme oportunidades em trabalho e renda.
E que transforme trabalho, renda e pertencimento em qualidade de vida.
O projeto cria as condições para que uma parcela cada vez maior da riqueza produzida no território circule dentro do próprio território, fortalecendo moradores, pequenos produtores, empreendedores, artistas, trabalhadores e empresas locais.
Ao mesmo tempo, busca fazer do turismo uma força de desenvolvimento — e não uma pressão sobre a comunidade. Um turismo que valorize o lugar, respeite quem vive nele e encontre na identidade de Macacos aquilo que o torna único.
A proposta é inaugurar um novo ciclo: mais inclusivo, mais sustentável, mais cooperativo e mais próspero.
Um ciclo em que educação gera oportunidades;
a cultura gera pertencimento;
a natureza gera conhecimento e regeneração;
o turismo gera trabalho;
a economia local gera autonomia;
e a cooperação gera futuro.
Porque o verdadeiro desenvolvimento de um território não pode ser medido apenas pelo número de visitantes, obras ou investimentos que recebe.
Ele se mede pela capacidade de melhorar a vida de quem vive nele.
É esse o nosso sonho para Macacos.
Um Arraial que acolhe quem chega, cuida de quem vive, valoriza o que produz, preserva o que tem e cria oportunidades para o que ainda pode ser.
Macacos, o Arraial dos Sonhos.
Um território onde desenvolvimento significa, antes de tudo, criar condições para que as pessoas possam viver melhor, trabalhar, criar suas famílias, realizar seus projetos e ser felizes.
Canto da Folha Rezadeira
Hora verde, hora roxa desenhada,
pincelada de ilusão.
A maranta é sossego e calma,
é mistério em oração.
Quando o dia vem surgindo,ela abre o seu olhar.
Toma a luz da claridade para a vida despertar.
Mas se a tarde vai caindo
e o silêncio traz a paz,
ela junta as suas pontas
como quem pede demais.
Não tem voz, não tem o som,
mas conversa com o ar.
No silêncio do seu canto,
ensina a alma a rezar.
Mais do que um espaço físico, o FLORESTIN propõe um ecossistema de inovação social, cultural e ambiental, onde a regeneração da natureza acontece simultaneamente ao fortalecimento das relações humanas, da economia local e da produção de conhecimento.
Acompanhe mais de perto,
vem com a gente : )
Notícias.
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O Orçamento Participativo (OP) em Macacos (Nova Lima – MG) é um mecanismo de reparação socioeconômica para as pessoas atingidas pelos rompimentos e danos das barragens B1 e B3 da...
A edição homenageia a escritora, educadora e poeta Mônica Jacinto, natural de Nova Lima, que compartilhará suas vivências e obras ao longo da programação.
Sob a mediação de Tarcísio Ribeiro Junior, vamos mergulhar em dois finais de semana de muita prática na Casa da Democracia.