Sumário

Florestin

FLORESTIN é um projeto múltiplo e inclusivo que integra Agroecologia, Artes, Gastronomia e Turismo em espaços de convivência, formação, produção e transformação social.

Implantado inicialmente no Sítio Solar Paraíso (Florestin Paraíso), nossa proposta é ampliá-lo para os espaços anteriormente ocupado pelo Instituto Kairós, em parceria com a Prefeitura de Nova Lima, por meio das Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Economico e da Secretaria de Educação (Florestin Macacos) e com a Vale a partir do comodato da área às margens da represa Capão da Serra, na Estrada Campo do Costa – Florestin Tamanduá, o projeto inspira-se nos princípios da Agricultura Sintrópica, de Ernst Götsch, da Antroposofia, de Rudolf Steiner, e do Movimento Antropofágico Brasileiro, de Oswald de Andrade.

Florestin é; Harmonizar Pessoas, Territórios, Cultura e Natureza. Promover um modelo de desenvolvimento que fortaleça a identidade local, a economia criativa, a cadeia produtiva do turismo e a regeneração sócio-ambiental.

Macacos, o Arraial dos Sonhos não é um projeto isolado. É uma rede de projetos.

Uma proposta estruturante que pretende conectar iniciativas, pessoas, instituições e diferentes áreas de atuação para criar uma nova estrutura de atendimento ao cidadão e ao visitante, tendo o Place Branding de Macacos – São Sebastião das Águas Claras, Nova Lima, MG – como uma de suas bases.

A ideia é preparar o Arraial para uma transformação profunda, não pela realização de uma única obra ou equipamento, mas pela criação de condições para que diferentes projetos possam se complementar, gerar oportunidades e produzir resultados duradouros para o território.

O Orçamento Participativo pode ser, nesse sentido, mais do que uma oportunidade para solucionar demandas pontuais. Pode ser o ponto de partida para construir uma estrutura capaz de qualificar pessoas, fortalecer o trabalho local, melhorar a convivência, ampliar o bem-estar e criar novas oportunidades de desenvolvimento.

Propomos integrar educação, formação profissional, sustentabilidade, cultura, bem-estar, assistência social, segurança, mobilidade e turismo, criando um ambiente mais preparado para que moradores possam viver, trabalhar, empreender e desenvolver seus projetos de vida.

Os acontecimentos de 2019 deixaram marcas profundas em Macacos. Transformar essa experiência em um novo ponto de partida significa também criar espaço para o diálogo, reconstruir relações e encontrar objetivos capazes de nos aproximar.

Em vez de disputar soluções isoladas, podemos construir soluções complementares. Em vez de projetos que competem entre si, uma rede na qual diferentes sonhos possam se fortalecer mutuamente.

É dessa cooperação que pode nascer um novo ciclo para Macacos: um destino mais hospitaleiro, acolhedor, sustentável e inclusivo, capaz de receber bem quem chega sem deixar de cuidar de quem vive aqui.

Porque o objetivo final é simples, e justamente por isso, poderoso:

Criar condições para que as pessoas possam viver melhor, trabalhar, criar suas famílias, desenvolver seus sonhos e serem felizes em Macacos.

Áreas Temáticas

  • Infraestrutura e obras
  • Meio ambiente
  • Esporte
  • Cultura e lazer
  • Saúde
  • Educação e formação
  • Trabalho e renda
  • Segurança
  • Mobilidade urbana

Grupo responsável pela proposta

  • COOPAAS – Cooperativa de Artes e Alimentos Saudáveis
  • MGW – Monkeys Green Walking
  • Projeto Vidas, Mães e Pais Atípicos
  • CoM – Comissão Macacos
Metamorfose, Florestin.

"

Metamorfose, ciclos.

Macacos, o Arraial dos Sonhos não é um projeto isolado. É uma rede de projetos.

O propósito é criar uma estrutura de atendimento ao cidadão de Macacos e ao turista a partir do Place Branding de Macacos, preparando o arraial para uma profunda metamorfose a partir da união de diversos rumo a um objetivo comum!

Problemas ou necessidades

Qual o problema existente no território que a proposta pretende enfrentar?

MACACOS, UM PROJETO DE DESENVOLVIMENTO A PARTIR DO TERRITÓRIO.

Macacos reúne características que podem fazer do turismo um importante vetor de desenvolvimento local. Sua paisagem, sua cultura, sua gastronomia, sua produção criativa e a identidade de seu território oferecem oportunidades para fortalecer a economia local, gerar trabalho e renda e ampliar os benefícios do turismo para quem vive no Arraial.

Para isso, é necessário ir além da atração de visitantes. É preciso qualificar a mão de obra local, fortalecer os pequenos negócios, estimular novos empreendimentos, melhorar a experiência de quem visita e, principalmente, fazer com que uma parcela maior dos recursos movimentados pelo turismo permaneça no próprio território.

Esse desenvolvimento depende também de condições básicas: mobilidade, estacionamento, saneamento, infraestrutura, energia, segurança, organização do espaço público e preservação da qualidade de vida dos moradores. São investimentos que beneficiam simultaneamente a população, o comércio, os trabalhadores e os visitantes.

Macacos, entretanto, enfrenta há décadas dificuldades para transformar suas potencialidades em um projeto integrado de desenvolvimento. Questões estruturais permanecem sem solução e muitas iniciativas acabam acontecendo de forma isolada, sem a articulação necessária para produzir resultados de longo prazo.

Os acontecimentos de 2019 e, posteriormente, os impactos da pandemia de COVID-19 aprofundaram desafios e transformações no território. Esse período também pode ser compreendido como uma oportunidade para repensar caminhos, estabelecer novas formas de diálogo e construir objetivos comuns.

É nesse contexto que propomos um projeto em REDE: uma articulação entre moradores, empreendedores, trabalhadores, produtores, instituições e poder público, capaz de unir ideias e ideais em torno de objetivos concretos para o desenvolvimento de Macacos.

Um projeto que coloque no centro o turismo responsável, a qualificação profissional, a geração de trabalho e renda, o fortalecimento do comércio local, a melhoria da infraestrutura e a qualidade de vida da população.

Um projeto construído a partir do território, valorizando suas potencialidades e criando condições para que Macacos avance de forma integrada rumo ao Arraial dos Sonhos.

Relação com a reparação

Porque a proposta contribui para a reparação do território?

UM NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO

A partir de um projeto consistente de inclusão, sustentabilidade socioambiental e qualificação de pessoas e empresas, pretendemos conectar a rica diversidade de Macacos e transformar essa diversidade em força para o desenvolvimento do território.

Muitos dos desafios que enfrentamos podem ser solucionados de maneira mais simples quando deixamos de agir isoladamente e passamos a compartilhar conhecimentos, recursos, responsabilidades e soluções.

A aproximação entre diferentes — moradores, empreendedores, trabalhadores, produtores, instituições e poder público — amplia o diálogo e cria condições para construir respostas mais rápidas, práticas e adequadas à realidade de Macacos.

As propostas aqui apresentadas não pretendem solucionar, de uma só vez, todos os problemas da comunidade. Pretendem criar uma estrutura e um método para enfrentá-los melhor, hoje e no futuro, por meio da cooperação e do diálogo permanente.

Essa rede deve envolver não apenas os diferentes atores da comunidade, mas também instituições e parceiros fundamentais para o desenvolvimento do território, como a Prefeitura, a Vale e outras organizações que fazem parte da dinâmica econômica, social e ambiental de Macacos.

Nesse sentido, o RESET, conceito presente no Place Branding de Macacos e proposto com recursos do TAC Macacos, representa mais do que uma mudança de identidade: é uma oportunidade de inaugurar uma nova forma de pensar e construir o desenvolvimento do Arraial.

Um processo contínuo, capaz de transformar diversidade em cooperação, cooperação em projetos e projetos em resultados concretos para as pessoas, os negócios e o território.

Florestin

"

Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor!

Florestin

Ações imediatas, futuro sustentável

Place Branding

Implantação do Place Branding de Macacos em sintonia com as entidades:

  • Agência de Desenvolvimento de Macacos – Agência Águas Claras
  • Comitê Macacos

Coworking

Coworking para o terceiro setor de Macacos sediando:

  • Agência Águas Claras
  • C.OO.P.AA.S
  • MGW
  • Outras entidades com interesse em associar-se

Agroecologia

DIFUSÃO e ENSINO da Comida de Verdade

  • Difusão e ensino da Agroecologia e Agricultura Familiar
  • Movimento da Apicultura e Meliponicultura de Macacos

Artes

Fruição artística contemporânea, difusão e ensino:

  • Artes
  • Música
  • Teatro de Bonecos

Gastronomia

Difusão e ensino da Gastronomia de Verdade

  • Difusão e ensino para produção e comercialização de cervejas artesanais e hidromel
  • Pesquisa para produção de alimentos saudáveis para públicos divergentes

Inclusão

Difusão e apoio na qualificação

  • Apoio à  educação formal;
  • Inclusão integral de PCD (Pessoas Com Deficiência)  com acessibilidade total;
  • Convivência harmônica entre gêneros e gerações;
  • Projeto Vida;
  • Apoio a terceira idade;
  • Saúde integral.

Turismo

Difusão, Ensino e Apoio na Qualificação e Mercado

  • Atendimento
  • Mobilidade
  • Receptivo
  • Rentabilidade
  • Selos

Feiras Criativas

Realização de Feiras Criativas unindo:

  • Artes
  • Comida de Verdade
  • Produtos e Serviços locais que busquem a saúde integral

Sustentabilidade

Difusão e apoio na qualificação

  • Fornecedores locais de Produtos e Serviços
  • Mobilidade urbana
  • Recuperação de áreas degradadas
  • Sócio-ambiental

Mais do que um espaço físico, o FLORESTIN propõe um ecossistema de inovação social, cultural e ambiental, onde a regeneração da natureza acontece simultaneamente ao fortalecimento das relações humanas, da economia local e da produção de conhecimento.

Acompanhe mais de perto,
vem com a gente : )

Newsletter (#5)
Florestin

Criação, Aprendizado e Cooperação

FLORESTIN abrigará experimentações agroecológicas, artísticas, turísticas e gastronômicas buscando a saúde integral humana, harmonizando corpo e mente num processo dinâmico, cooperativo e inclusivo!

O foco é o todo dentro de um círculo de harmonia, onde os ciclos de uma floresta natural alimentam o corpo, a arte e a cultura; quando alimentam a alma, se entrelaçam num ciclo virtuoso!!! As necessidades das comunidades locais devem ser harmonizadas com o fortalecimento da cadeia produtiva do Turismo, Gastronomia e Artes, gerando trabalho, renda e bem-estar.

O bem-estar da comunidade deve ser anterior ao bem-estar do turista, em harmonia e complementariedade.

FLORESTIN, um novo modelo de convivência no qual sustentabilidade ambiental, inclusão social, cultura e desenvolvimento econômico caminham de forma integrada, regenerando pessoas, comunidades e paisagens.

Ciclos, Florestin.
Florestin

Florestin Macacos

Florestin Macacos (antigo Kairós)

Florestin Macacos

Em parceria com a Prefeitura de Nova Lima através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e da Secretaria Municipal de Educação, o Florestin Macacos será implantado num espaço de cerca de 50 mil m2, no Jardim Amanda, que será limpo e recuperado se tornando o principal equipamento turístico de Macacos.

Alinhado com o Place Branding, abrigará:

  • Receptivo turístico e Projeto Reconecta.
  • Feiras agroecológicas.
  • Empório local e plataforma digital de vendas.
  • Galpão e área de eventos artísticos e gastronômicos para até mil pessoas, incluindo a Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária – Feirinha Florestin, o Mercado Mundo Mico e outras feiras locais.
  • Escola Livre de Artes, Agroecologia, Gastronomia e Turismo – ONKOTÕ.
  • Polo Apícola e Museu Melipônico.
  • Turismo de Experiência, Pedagógico e de Aventura.
  • Movimento de Teatro de Bonecos, com acolhimento dos grupos de teatro Navegante e Balbúrdia.
  • Incubadora de Projetos – Arraial dos Sonhos.
  • Quadra multiuso, com ações de apoio pedagógico à educação formal e atividades de convivência para a comunidade e a terceira idade.
  • Cooperativa de Artes e Alimentos Saudáveis – COOPAAS.
  • Projeto Vidas.
  • Espaço compartilhado de Coworking para outras associações, institutos e cooperativas do Terceiro Setor de Macacos.

Poliesportivo e anexos onde serão realizadas atividades para a comunidade de Macacos

Escultura colmeia melipônica, de Igor Reis

Florestin Macacos

Necessidades construtivas e equipamentos

  • Limpeza e recuperação das construções existentes para administração e Coworking do Terceiro Setor.
  • Construção de dois vestiários para a quadra e de um Empório Rural, com 120 m².
  • Construção de estacionamento para 100 carros, com 500 m².
  • Construção de espaço para feiras e eventos, incluindo a recuperação do galpão de bambu existente, palco multiuso, banheiros ecológicos e acessíveis, barracas de bambu e placas ecológicas de 3 × 3 m, além de um restaurante-escola.
  • Aquisição de 100 jogos de mesas e cadeiras plásticas.
  • Construção de uma estrutura geodésica de bambu para eventos, com 20 m de diâmetro, e instalação de oito vagões de trem reutilizados.
  • Construção de cine-teatro de bonecos em bambu, com 200 m².
  • Recuperação e construção de três galpões-oficinas, com 6 × 12 m cada, utilizando técnicas de bioconstrução.
  • Construção das Trilhas das Meliponas – Museu de Território, com cerca de 3 mil metros, totalmente acessível para pessoas com deficiência (PCDs) e pessoas atípicas, incluindo meliponário e esculturas habitáveis.
  • Recuperação da construção da antiga Farmácia Viva e sua transformação no Entreposto do Mel de Macacos, incluindo a instalação dos equipamentos necessários.
  • Equipamentos eletrônicos: cinco computadores Mac Pro, cinco notebooks e mobiliário.
  • Equipamentos para oficinas.
  • Instalação de sistema fotovoltaico.

Projeto Vidas

Quando Davi tinha seis meses, já demonstrava sinais de atraso motor: dificuldade para firmar o pescoço, pouca interação visual e social. Aos oito meses, veio o diagnóstico de hipotonia muscular. Com um ano, foi diagnosticado com autismo por um neurologista de Uberlândia.  Davi é hoje não verbal, tem bastante dificuldade motora e vive, diariamente, os desafios de um desenvolvimento que exige acompanhamento terapêutico intensivo e contínuo.

Sua mãe, Camila Lopes Soares dos Santos, administradora de empresas, transformou os últimos sete anos em uma busca incansável por terapias que devolvessem a Davi qualidade de vida e autonomia: fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, equoterapia, hidroterapia, psicologia, terapia ABA, musicoterapia, nutrição integrativa e diversas terapias complementares. Nesse percurso, acumulou conhecimento técnico na teoria e na prática.

Morando em Macacos, distrito de Nova Lima, Camila esbarra todos os dias em uma barreira que não é só sua: a escassez de vagas no SUS, a distância dos centros especializados e a dificuldade de conciliar trabalho, cuidado e deslocamento. Ao conversar com outras mães da região, percebeu que a demanda por um serviço territorial, humanizado e completo era grande — e não atendida.

Assim nasceu o Projeto VIDA: da dor de uma mãe transformada em um projeto de cuidado coletivo.

Projeto Vidas

Área estimada: 400 a 600 m²

  • Recepção e sala de espera ampla, com área de descanso para as famílias.
  • Três salas de atendimento individual para Psicopedagogia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional (TO), Psicologia e Nutrição.
  • Uma sala ampla de Fisioterapia, com capacidade para até dois atendimentos simultâneos.
  • Espaço multiuso para arteterapia, musicoterapia, grupos e reuniões de pais.
  • Piscina de pequeno porte, coberta e aquecida, para hidroterapia.
  • Área externa destinada à equoterapia, com pista para cavalos.
  • Playground e jardim sensorial.
  • Área administrativa.
  • Sala de reuniões.
  • Sanitários adaptados.
  • Área técnica e de apoio, incluindo manutenção, depósito e copa.
  • Estacionamento para 20 carros.

Projeto Vidas

Em 2025, o IBGE divulgou pela primeira vez dados oficiais sobre autismo no país, obtidos pelo Censo Demográfico 2022: 2,4 milhões de brasileiros — 1,2% da população — declaram diagnóstico médico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo 1,4 milhão de homens e 1,0 milhão de mulheres. A prevalência é de 1,5% entre homens e 0,9% entre mulheres, e o grupo mais afetado é o de meninos de 5 a 9 anos, no qual a taxa chega a 3,8%.
Além do TEA, o Censo revela que 71,7% das pessoas autistas apresentam ao menos outra deficiência associada, o que reforça a necessidade de modelos de cuidado multidisciplinares e integrados — e não de terapias isoladas e fragmentadas, como ainda predomina no país.

O crescimento no número de diagnósticos não veio acompanhado de oferta equivalente de terapia. Levantamento do Mapa Autismo Brasil (2026), com o Instituto Autismos, mostra que 56,5% das pessoas autistas — somando rede pública e privada — recebem, no máximo, duas horas semanais de terapia: 25,9% fazem apenas uma hora, 12,4% duas horas e 18,1% não realizam nenhuma terapia. Esse patamar está muito abaixo do que a literatura internacional recomenda para intervenções multidisciplinares intensivas.

No SUS, a demanda cresce mais rápido que a capacidade de atendimento: os atendimentos a pessoas com TEA saltaram de 12 milhões em 2022 para mais de 22 milhões em 2025 — alta de 84% em três anos —, e o investimento federal em consultas, exames e internações praticamente dobrou, de R$ 119,3 milhões para R$ 221,8 milhões no período. Mesmo assim, famílias relatam filas de espera superiores a dois anos para retorno especializado com neuropediatra, como no caso amplamente documentado de uma mãe em Recife cujo filho aguarda atendimento desde os dois anos de idade.

Paralelamente ao uso irracional dos recursos naturais, estamos nos afundando na individualização do ser humano, a tal ponto que vivemos sós em meio à superpopulação, desinformados em meio à hiperinfomação e insociáveis em meio às redes sociais, em um verdadeiro “cada um por si”.

O que propomos não é um “salve-se quem puder”, mas um “cooperando, mudaremos o rumo dessa prosa!”

Florestin Macacos

Conceito

FLORESTIN é um ecossistema de desenvolvimento territorial que integra Agroecologia, Arte, Gastronomia e Turismo, inspirado na inteligência dos ciclos naturais das florestas e fundamentado nos princípios da Sintropia, da Antroposofia e do Movimento Antropofágico Brasileiro.

Mais do que um espaço, o FLORESTIN constitui uma rede de ambientes de aprendizagem, produção, experimentação e convivência, onde natureza, cultura, educação e economia se fortalecem mutuamente. Seu propósito é demonstrar que desenvolvimento econômico, regeneração ambiental e inclusão social podem caminhar juntos.

O projeto estrutura-se como uma escola viva, inclusiva e permanente, promovendo a formação em Agroecologia, Gastronomia de Verdade, Artes e Turismo de Experiência, Pedagógico e de Aventura. Ao mesmo tempo, fortalece a agricultura familiar e os pequenos produtores rurais e urbanos, incentivando uma produção agroecológica diversificada, de alta qualidade, conectada a canais de comercialização como feiras, mercados locais e plataformas digitais.

O FLORESTIN também atua na difusão da produção agroecológica, na promoção da segurança alimentar e da saúde integral, oferecendo espaços destinados ao convívio comunitário e cooperativo, à fruição artística, ao turismo cultural, de experiência, pedagógico e de aventura e à valorização da identidade dos territórios onde está inserido.

Inspirado na Agricultura Sintrópica de Ernst Götsch, na Antroposofia de Rudolf Steiner e no Movimento Antropofágico de Oswald de Andrade, o projeto busca criar um ambiente permanente de apoio, inovação e fomento aos pequenos produtores, aos empreendedores da economia criativa, à gastronomia autoral, às manifestações artísticas e ao associativismo e cooperativismo, consolidando um modelo econômico regenerativo capaz de gerar prosperidade, fortalecer as comunidades locais e recuperar o meio ambiente.

Flores, Florestin.

"

Fortalecimento e conexão

Mais do que ampliar a produção, FLORESTIN pretende gerar valor, fortalecer identidades, conectar pessoas e inspirar novos modelos de desenvolvimento, transformando conhecimento em oportunidades, ideias em legado.

Florestin

Florestin Tamanduá

Florestin Tamanduá

Abrigado na Estrada Campo do Costa, em parceria com a Vale (comodato de 30 anos), margeando a represa Capão da Serra, Florestin Tamanduá é uma escola produtiva da agricultura familiar de Macacos, a partir da COOPAAS, onde serão produzidos hortifrutigranjeiros, porcos e compostagem, dentre outros.

Florestin Tamanduá possui um espaço para aulas teóricas, vários SAF (Sistemas Agroflorestais), oficinas da Escola Livre ONKOTÔ, uma estrutura para treinamento de escalada, rapel, arvorismo e outras técnicas, um espaço para encontros e eventos, o protótipo da Casa do Mel de baixo custo, um estacionamento e uma das unidades do sistema de mobilidade urbana Macacos Tuk-tuks, os Mico Móveis.

  • MGW – Monkeys Green Walk: caminhadas e turismo de aventura.
  • Eventos.
  • Turismo de Experiência, de Aventura e Pedagógico.
  • Cursos e workshops.
  • Casa do Mel.
  • Restaurante panorâmico com vista para a represa.
  • Day use.
  • Estacionamento e sistema de mobilidade com tuk-tuks.
  • Portais com sistema de segurança Olho Vivo, acessível pela Polícia Militar.

Casa do Mel

O protótipo da Casa do Mel, será desenvolvida pela equipe do Núcleo de Bioarquitetura da COOPAAS, em estrutura metálica e placas ecológicas de pasta de dentes, de baixo custo instalada, para ser replicada e facilitar o registro e legalização das produções apícolas e melipônicas em Nova Lima.

Mico Móvel - Tuk-tuks

O Macacos Mico Móvel será um sistema de mobilidade urbana simples, acessível e de baixo impacto, concebido para melhorar a mobilidade em Macacos, especialmente nos feriados e finais de semana, períodos em que o fluxo de veículos no Arraial aumenta de forma expressiva.

A proposta é que o acesso de veículos particulares ao núcleo do Arraial seja restrito a veículos credenciados, como os de moradores e de hóspedes de estabelecimentos de hospedagem e imóveis destinados a Airbnb.

Os demais veículos deverão ser direcionados para estacionamentos localizados nas principais entradas de Macacos: MG-160, Estrada Nova Lima–Macacos, Estrada do Pasárgada e Estrada Campo do Costa.

Em vez de promover grandes intervenções urbanísticas, como duplicação de vias, criação de estacionamentos no núcleo urbano e ampliação de calçadas — medidas que poderiam melhorar a circulação, mas também descaracterizar principalmente o centro histórico e turístico de Macacos —, a proposta é restringir a circulação de veículos particulares no Arraial e substituí-los por simpáticos Tuk-Tuks elétricos, devidamente caracterizados e conduzidos por guias qualificados, integrados a um sistema de transporte por aplicativo.

Após passar por um dos quatro portais instalados nas entradas de Macacos, o visitante poderá estacionar seu veículo em um dos estacionamentos periféricos e seguir até seu destino utilizando os Tuk-Tuks elétricos, ou Mico-Tuks. O sistema contará com tarifas diárias e com a possibilidade de contratação de passeios turísticos guiados.

Mico Móvel - Tuk-tuks

Está prevista a implantação de 60 Tuk-Tuks para passageiros, com capacidade para até quatro pessoas cada, e 10 Tuk-Tuks de carga, destinados a pequenas entregas e serviços de apoio ao comércio local.

Durante os finais de semana e feriados, o sistema poderá operar com tarifas diferenciadas. Durante os demais dias da semana, os veículos também circularão pelo Arraial, com tarifa subsidiada de R$ 2,00, contribuindo para melhorar a mobilidade cotidiana da comunidade.

Além de retirar parte significativa dos automóveis das ruas, reduzir congestionamentos e contribuir para a diminuição da poluição sonora, o sistema poderá constituir uma importante fonte de trabalho e geração de renda, beneficiando diretamente cerca de 70 famílias de Macacos.

A caracterização dos Tuk-Tuks e dos próprios condutores acrescentará ao sistema uma dimensão lúdica, turística e cultural, transformando o deslocamento pelo Arraial em parte da experiência de quem visita Macacos.

O Macacos Mico Móvel propõe, assim, uma solução de mobilidade que busca conciliar qualidade de vida dos moradores, preservação das características urbanas e paisagísticas do Arraial, atividade turística, geração de trabalho e renda e sustentabilidade ambiental.

Necessidades construtivas e equipamentos

Área estimada: 2000 a 5000 m²

  • Limpeza da área e recuperação das construções existentes.
  • Construção de estufa para cultivo de mudas.
  • Construção de estufa para cultivo de hortaliças .
  • Construção de equipamentos para esportes de aventura, incluindo parede de escalada em ferrocimento, arvorismo, rapel, entre outros.
  • Aquisição de triturador de galhos com capacidade para galhos de até 10 cm de diâmetro.
  • Construção de estacionamento para 100 carros e oficina para o Sistema de Mobilidade Macacos Tuk-Tuks.
  • Instalação de dois vagões de trem para sediar a MGW.
  • Recuperação do espaço para separação e embalagem das entregas e distribuição de produtos da Agricultura Familiar destinados ao PNAE de Nova Lima, com aproximadamente 100 m².
  • Aquisição de caminhão-baú elétrico refrigerado de pequeno porte.
  • Construção das Trilhas das Meliponas — Museu de Território, com cerca de 3 mil metros, totalmente acessível para pessoas com deficiência (PCDs) e pessoas atípicas, incluindo meliponário e esculturas habitáveis.
Florestin

Núcleos: Criação e Aprendizado

Núcleos Arraial dos Sonhos

Além do suporte à implantação do projeto “Macacos, o Arraial dos Sonhos”, os núcleos terão capacidade para qualificar até 150 profissionais por ano, preparando pessoas para atuar nas diferentes frentes de desenvolvimento propostas pelo projeto.

A qualificação profissional estará diretamente conectada às demandas reais do território, abrangendo áreas como turismo, hospitalidade, gastronomia, cultura, eventos, serviços, manutenção, produção, comércio e outras atividades relacionadas à dinâmica econômica de Macacos.

A proposta é formar e conectar profissionais às oportunidades existentes no próprio território, ampliando a empregabilidade, fortalecendo os pequenos negócios e estimulando a circulação da renda local. Dessa forma, o conhecimento, o trabalho e os recursos gerados permanecem cada vez mais dentro da própria comunidade, contribuindo para uma economia circular, sustentável e integrada ao desenvolvimento de Macacos.

Núcleos

  • Núcleo de Projetos
    Dani Dutra, Rafaela Araujo, Tarcísio Ribeiro e Ricardo Hott Júnior
  • Núcleo de Design e Comunicação
    Eduardo Linke e Natália Manga
  • Núcleo de Bioarquitetura
    Nuno Duarte e Flávio Negrão
  • Núcleo de Turismo de Experiência e Pedagógico
    Ricardo Hott Jr e Cléo Ramos
  • Núcleo Apícola e Melipônico
    Gustavo Augusto, Naiara Porto e Flávio Lima
  • Núcleo de Atípicos
    Camila Lopes e Eduardo Linke
  • Núcleo de Artes Visuais
    Tarcísio Ribeiro Jr e Igor Reis
  • Núcleo de Música
    Gilberto Todt e Natália Manga
  • Núcleo de Feiras
    Fernanda Louro e Tarcísio Ribeiro
  • Núcleo de Bonecos
    Leandro Marra (Teatro Balbúrdia) e Catin (Teatro Navegante)
  • Núcleo Audiovisual
    Leonardo Melo
  • Núcleo de Agroecologia
    Cléo Ramos e Flávio Lima
  • Núcleo de Esportes de Aventura
    MGW – Monkey’s Green Walking – Flávio Lima e Juninho
Florestin

Benefícios, impactos e alcance

Impacto positivo

Pela sua natureza territorial e integrada, Macacos, o Arraial dos Sonhos beneficia toda a comunidade de São Sebastião das Águas Claras (Macacos), alcançando moradores, empreendedores, trabalhadores, prestadores de serviços e também os milhares de visitantes que circulam pelo arraial ao longo do ano.

Seu impacto atravessa todas as faixas etárias — da primeira infância à terceira idade — por meio de ações de qualificação profissional, cultura, turismo, gastronomia, mobilidade, economia criativa e valorização do território.

O projeto prevê a criação de mais de 100 empregos diretos e fortalece as cadeias produtivas do Turismo e da Gastronomia, gerando oportunidades para o comércio local, meios de hospedagem, restaurantes, artesãos, produtores rurais, guias e diversos prestadores de serviços. Trata-se de um modelo de desenvolvimento capaz de ampliar renda, estimular o empreendedorismo e consolidar uma economia local mais resiliente e sustentável.

Em essência, é um projeto de benefício coletivo: quando o território se qualifica, toda a comunidade ganha. Moradores vivem melhor, empresas prosperam, visitantes encontram uma experiência mais rica e Macacos fortalece sua identidade como um destino de natureza, cultura e bem viver.

Alcance

Estimativa do número de famílias e pessoas beneficiadas

O projeto possui abrangência territorial e contempla a totalidade do distrito de São Sebastião das Águas Claras – Macacos, beneficiando diretamente seus moradores e, indiretamente, visitantes, empreendedores e trabalhadores que movimentam a economia local.

Estima-se que o projeto beneficie cerca de 3.000 moradores, distribuídos em aproximadamente 1.000 famílias, abrangendo integralmente o distrito de São Sebastião das Águas Claras – Macacos. O alcance é universal, contemplando crianças, jovens, adultos e idosos por meio de ações de qualificação profissional, turismo, gastronomia, cultura, mobilidade e fortalecimento da economia local.

Além dos beneficiários diretos, o projeto impactará milhares de visitantes anuais, ampliando oportunidades de renda para empreendedores, comerciantes e prestadores de serviços do território.

População
residente

3.000
pessoas

Famílias
domicílios

1.000
aproximado

Empregos
diretos

100
postos

Observação técnica: o Censo 2022 divulga dados oficiais por setores censitários e distritos; para Macacos, a população residente é amplamente referenciada em torno de 3 mil habitantes, utilizada em estudos territoriais e no planejamento municipal.

Benefícios coletivos esperados

O projeto Macacos, o Arraial dos Sonhos propõe uma transformação estrutural do território por meio da integração entre mobilidade, cultura, turismo, gastronomia, agricultura regenerativa, inclusão social e qualificação profissional. Seus resultados esperados ultrapassam a implantação de equipamentos e se traduzem em ganhos permanentes para a qualidade de vida, a economia local e a sustentabilidade do distrito.

Impactos esperados para a comunidade

  • Mobilidade sustentável e inclusão produtiva: implantação de um sistema de mobilidade de baixo impacto ambiental, ampliando o acesso e a circulação interna no Arraial e gerando trabalho e renda para operadores e prestadores de serviços.
  • Ampliação da oferta cultural: criação de novos equipamentos e de uma programação permanente de cinema, artes, música, circo e atividades comunitárias, democratizando o acesso à cultura para pessoas de todas as idades.
  • Bem-estar, convivência e saúde integral: criação de espaços de encontro, lazer e convivência que fortaleçam os vínculos comunitários e contribuam para a saúde física, mental e emocional da população.
  • Território inclusivo para pessoas neurodivergentes: desenvolvimento de ambientes, atividades e metodologias acessíveis e acolhedoras, promovendo a participação plena de pessoas neurodivergentes e de suas famílias.
  • Regeneração ambiental: disseminação de práticas de agroecologia e agricultura regenerativa, incentivando a recuperação de áreas degradadas, a produção sustentável e a educação ambiental.
  • Alimentação saudável e fortalecimento da economia local: fortalecimento das Feiras de Comida de Verdade, ampliando o acesso a alimentos de qualidade e valorizando agricultores familiares e produtores locais.
  • Qualificação das cadeias produtivas: formação e qualificação de mão de obra para os setores de turismo, gastronomia, artes, economia criativa e agricultura regenerativa, contribuindo para o fortalecimento dos negócios locais.
  • Fortalecimento da educação integral: ampliação das oportunidades educativas por meio de oficinas, laboratórios, atividades culturais e experiências complementares voltadas a crianças e jovens.
  • Turismo de maior valor agregado: qualificação da experiência dos visitantes, estimulando estadias mais longas, maior circulação de recursos na economia local e valorização da identidade cultural e ambiental de Macacos.
  • Ambiente favorável ao empreendedorismo: fortalecimento do comércio, dos serviços e dos pequenos negócios, criando um ecossistema mais dinâmico, colaborativo e resiliente para o desenvolvimento territorial.

Resultado coletivo

Mais do que um conjunto de ações, Macacos, o Arraial dos Sonhos estabelece um modelo de desenvolvimento territorial em que prosperidade econômica, preservação ambiental, inclusão social e valorização cultural caminham juntas, gerando benefícios permanentes para aproximadamente 3.000 moradores, cerca de 1.000 famílias e toda a rede de empreendedores, trabalhadores e visitantes que fazem de Macacos um dos principais destinos de natureza e cultura de Minas Gerais.

Florestin

Localização e condições das áreas

Localização

A implantação do Macacos, o Arraial dos Sonhos concentra-se prioritariamente na requalificação de áreas públicas e institucionais hoje subutilizadas, promovendo a recuperação de espaços estratégicos para uso coletivo e reduzindo a necessidade de novas ocupações territoriais.

As áreas pleiteadas compreendem dois núcleos principais, ambos anteriormente ocupados pelo Instituto Kairós e atualmente em estado de abandono:

  • Parque Jardim Amanda: área pertencente à Prefeitura Municipal de Nova Lima, destinada à implantação de equipamentos culturais, educativos e comunitários.
  • Capão da Serra: área localizada às margens da Represa Capão da Serra, cedida em comodato pela Vale, com vocação para atividades de agroecologia, educação ambiental, formação e integração com a paisagem natural.

Complementando essa estrutura, o projeto prevê a implantação de três estacionamentos periféricos, estrategicamente posicionados nos principais acessos ao distrito, com o objetivo de reduzir o fluxo de veículos no núcleo histórico e fortalecer um modelo de mobilidade sustentável:

  • Entrada pela MG-160.
  • Entrada pela Estrada do Passárgada.
  • Entrada pela Estrada Nova Lima – Macacos.

Essa configuração cria uma rede integrada de mobilidade e acesso, permitindo que visitantes estacionem nas entradas do arraial e realizem seus deslocamentos internos por meio do Mico Móvel — sistema de tuktuks elétricos concebido para conectar estacionamentos, atrativos turísticos, equipamentos culturais, áreas de hospedagem e o centro histórico.

Além de reduzir significativamente a circulação de automóveis nas ruas estreitas de Macacos, o Mico Móvel oferece uma alternativa de transporte de baixo impacto ambiental, acessível e inclusiva, gerando emprego e renda para operadores locais e proporcionando uma experiência de visita mais confortável, segura e sustentável para moradores e turistas.

Florestin

Implantação

Informações complementares

O Macacos, o Arraial dos Sonhos foi concebido como um projeto territorial integrado, com implantação preferencial de todos os seus núcleos e sistemas. Entretanto, sua estrutura modular permite uma execução em fases, preservando a lógica de funcionamento e possibilitando adequação às oportunidades de financiamento e à disponibilidade orçamentária.

Cenários de implantação

Implantação
Integral

Macacos, o Arraial dos Sonhos - implantação de todos os núcleos, equipamentos e sistemas previstos

Completo

Implantação
parcial 1

Florestin Macacos + Florestin Tamanduá + Sistema de Mobilidade Mico Móvel

Prioridade

Implantação
parcial 2

Florestin Macacos + Sistema de Mobilidade Mico Móvel

Estruturante

Implantação
parcial 3

Parte do Florestin Macacos + Sistema de Mobilidade Mico Móvel

Inicial

Estratégia de viabilidade

A implantação faseada garante que cada etapa seja plenamente operacional e gere benefícios imediatos à comunidade, permitindo a expansão progressiva do projeto sem perder sua identidade. Dessa forma, diferentes fontes de investimento — públicas, privadas ou mistas — podem viabilizar módulos complementares até a consolidação integral do Macacos, o Arraial dos Sonhos.

Brain Florestin

NÃO QUEREMOS APENAS TRANSFORMAR MACACOS.

QUEREMOS CRIAR AS CONDIÇÕES PARA QUE MACACOS SE TRANSFORME A PARTIR DE QUEM VIVE AQUI.

Porque um território só se torna um lugar de sonhos quando seus sonhos também pertencem às pessoas que nele vivem.

Um novo ciclo

Macacos, o Arraial dos Sonhos nasce de uma ideia simples: um território se transforma quando as pessoas que vivem nele têm condições de participar, criar, trabalhar, empreender e sonhar com o próprio futuro.

Não propomos apenas novos equipamentos, cursos, eventos ou serviços. Propomos construir uma rede capaz de fazer tudo isso acontecer de forma integrada, conectando pessoas, conhecimento, cultura, natureza, trabalho, turismo e economia.

Uma rede que transforme a diversidade de Macacos em cooperação.
Que transforme conhecimento em oportunidades.
Que transforme oportunidades em trabalho e renda.
E que transforme trabalho, renda e pertencimento em qualidade de vida.

O projeto cria as condições para que uma parcela cada vez maior da riqueza produzida no território circule dentro do próprio território, fortalecendo moradores, pequenos produtores, empreendedores, artistas, trabalhadores e empresas locais.

Ao mesmo tempo, busca fazer do turismo uma força de desenvolvimento — e não uma pressão sobre a comunidade. Um turismo que valorize o lugar, respeite quem vive nele e encontre na identidade de Macacos aquilo que o torna único.

A proposta é inaugurar um novo ciclo: mais inclusivo, mais sustentável, mais cooperativo e mais próspero.

Um ciclo em que educação gera oportunidades;
a cultura gera pertencimento;
a natureza gera conhecimento e regeneração;
o turismo gera trabalho;
a economia local gera autonomia;
e a cooperação gera futuro.

Porque o verdadeiro desenvolvimento de um território não pode ser medido apenas pelo número de visitantes, obras ou investimentos que recebe.

Ele se mede pela capacidade de melhorar a vida de quem vive nele.

É esse o nosso sonho para Macacos.

Um Arraial que acolhe quem chega, cuida de quem vive, valoriza o que produz, preserva o que tem e cria oportunidades para o que ainda pode ser.

Macacos, o Arraial dos Sonhos.
Um território onde desenvolvimento significa, antes de tudo, criar condições para que as pessoas possam viver melhor, trabalhar, criar suas famílias, realizar seus projetos e ser felizes.

Rezadeira

Canto da Folha Rezadeira

Hora verde, hora roxa desenhada,
pincelada de ilusão.

A maranta é sossego e calma,
é mistério em oração.

Quando o dia vem surgindo,ela abre o seu olhar.
Toma a luz da claridade para a vida despertar.

Mas se a tarde vai caindo
e o silêncio traz a paz,
ela junta as suas pontas
como quem pede demais.

Não tem voz, não tem o som,
mas conversa com o ar.
No silêncio do seu canto,
ensina a alma a rezar.

Mais do que um espaço físico, o FLORESTIN propõe um ecossistema de inovação social, cultural e ambiental, onde a regeneração da natureza acontece simultaneamente ao fortalecimento das relações humanas, da economia local e da produção de conhecimento.

Acompanhe mais de perto,
vem com a gente : )

Newsletter (#5)

Notícias.

Seminário de Agroecologia 2026

Seminário de Agroecologia 2026

Participação Gratuita A presente proposta tem como objetivo estruturar e implementar uma agenda permanente de feiras voltadas à agricultura familiar, à produção artesanal, à economia solidária e à valorização dos...

“Encontro Marcado com Elas” encerra Mês da Mulher no Jardim Canadá com celebração gratuita da arte feminina e homenagem à escritora Mônica Jacinto.

Encontro Marcado com Elas

A edição homenageia a escritora, educadora e poeta Mônica Jacinto, natural de Nova Lima, que compartilhará suas vivências e obras ao longo da programação.